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Janela Cultural

15 de abril de 2014

Lançamento de livro e concurso de hino são pontos altos da IV Janela Cultural de Itanhém

Por Revista Origem

O lançamento do livro “Padre José, um homem singular e plural” e o concurso do hino oficial de Itanhém foram os pontos altos da 4ª edição da Janela Cultural. Mas houve também exposições, performances culturais e, claro, shows.

O livro “Padre José, um homem singular e plural” foi lançado na última sexta-feira (11/4), às 19h, na Casa da Cultura de Itanhém.

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 A obra é organizada pelas professoras Enelita de Sousa Freitas, Helânia Thomazine Porto, Maria Mavanier Assis Siquara e Nelcida Maria Cearon, o livro é uma homenagem a Padre José Koopmans, vitimado em 3 de junho de 2011 por um infarto fulminante, enquanto fazia uma caminhada na Avenida Getúlio Vargas, em Teixeira de Freitas.

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O livro – que traz textos e depoimentos de pessoas que conviveram ou tomaram conhecimento das ações do homenageado, além de dados biográficos e registros fotográficos dele – é uma tentativa de homenagear aquele que, por cerca de 40 anos, fez história no extremo sul da Bahia.

“A trajetória do Pe. José e sua luta em defesa da vida dão-nos a certeza de que ele jamais será

esquecido. Por onde andou, deixou, qual cometa, um rastro luminoso”, escreveram as organizadoras na apresentação da obra.

No livro, há textos de Hubb Koopmans, Riet Peters, Carlos Augusto Pinheiro Chagas, Irmã Ceverina Cadore, Juraci Francisco Nunes, Almir Zarfeg, Nelcida Maria Cearon, Jeane Thomazine Porto Baltar, Alfim Alves do Nascimento, Odalice Alves Sena e Ana Odália Vieira Sena, Nicolaas Gemma Maria Schoenmaker (Dr. Nicolau) e Enelita de Sousa Freitas.

 

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A obra traz também registros fotográficos, além de depoimentos de Cynara Novais, Maria Edy Quaresma Penha, Liliane Cordeiro, Ademar Bogo, Deusélia Gil Martins, dentre outros.

“Felicitamos a iniciativa de homenagear Padre José com um livro que narra momentos de sua vida e sua interação com o mundo, região, Itanhém, a natureza e as pessoas”, afirmou o prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi.

O segundo dia da Janela Cultural, sábado (12/4), foi marcado pela escolha do hino oficial da cidade por uma comissão julgadora formada por sete membros.

Os cinco finalistas se apresentaram, em cima de um palco montado na Praça Castro Alves, para os jurados e para o público que ia aplaudindo à medida que os hinos eram executados.

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 O grande vencedor foi Carlos Andrade, que levou o prêmio em dinheiro de R$ 3.000,00. Além disso, ele terá o nome eternizado na história de Itanhém.

Natural de Itanhém, Carlos Andrade vive há alguns anos em Teixeira de Freitas, sendo, inclusive, autor do hino desse município. Assim que foi declarado vencedor, Carlos Andrade dedicou o prêmio a seus pais.

“Agora, já possuímos os três símbolos maiores da municipalidade: o brasão, a bandeira e o hino oficial”, comentou o prefeito Bentivi, que deu todo o apoio à realização do concurso do hino da cidade.

“Estamos todos de parabéns com a escolha do hino oficial de Itanhém. A partir de agora, vamos lutar pela concretização de outro sonho: o Instituto Sady Teixeira Lisboa”, afirmou o poeta itanheense A. Zarfeg, que teve a ideia do hino e presidiu os trabalhos da comissão organizadora.

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